O intercambista brasileiro Robson Amorim de Freitas, 32, natural de Ibatiba, Espírito Santo, que estava desaparecido desde 21 de janeiro, foi encontrado. Robson faz intercâmbio na Irlanda, na cidade de Limerick, desde dezembro de 2021, quando teve um surto psicótico.
O irmão de Robson, Pedro Henrique Freitas, postou fotos do irmão em um carro em suas redes sociais.
“Deus sempre esteve cuidando de você, meu irmão! Estamos indo te buscar, vamos te trazer pra casa”, escreveu.
Robson mora em Limerick, na Irlanda, quando teve um surto psicótico e pegou um voo para a capital francesa. Segundo familiares, Robson conversou por telefone com eles antes de sumir no aeroporto Charles de Gaulle de Paris, no terminal 2, enquanto aguardava na fila para fazer o teste de Covid-19.
Cyntia de Freitas Amorim Silotti, irmã de Robson, disse que ele tem transtorno bipolar e depressão, acarretando uma grave síndrome do Pânico e, em meio a uma crise, ele decidiu voar da Irlanda para Paris, “alegando que a máfia estava atrás dele, que clonaram todos os seus cartões”.
“Sabemos que isso faz parte do delírio da doença, porém consegui convencê-lo a voltar para casa, no Brasil, para se tratar”, disse Cíntia. Ela, então, comprou um voo que sairia no dia 23, às 20h, com escala na Suíça e chegaria ao Brasil no dia 24, às 6h35 da manhã.
Cíntia contou que uma pessoa amiga da família foi enviada para ficar com Robson no aeroporto, mas, por volta das 12h (horário do Brasil), ele teve mais uma crise de ansiedade e fugiu.
Robson teve uma crise de pânico e desapareceu no aeroporto de Paris no dia 21 de janeiro, mas foi encontrado na segunda-feira, 7 de fevereiro. Foto: Acervo Pessoal
Robson chegou a ser levado a um hospital após desaparecer, mas foi liberado, sumindo novamente. “A polícia do aeroporto, após perceber que ele estava com comportamento diferente do normal e suspeito, o levou para uma clínica onde a polícia da França leva as pessoas detidas no Aeroporto”, disse.
A última vez que ele havia sido visto foi nesse hospital, no dia 24 de janeiro, mas foi liberado após a alegação de que ele estava medicado e bem.
“Ele não se comunicou com a família, a polícia não nos comunicou deste fato, o hospital também não entrou em contato”, disse Cíntia, enquanto seguia buscando pistas do irmão.
As buscas foram intensas durante quase 20 dias, com ajuda de muitos brasileiros, que, incansavelmente, espalharam os cartazes pelas redes sociais.
Entramos em contato com a família para dar mais detalhes sobre como Robson foi encontrado, mas até o fechamento deste texto não tivemos resposta.
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